Não fujas de ti próprio é a frase que um qualquer e vulgar adulto diz à sua própria consciência, mas que na prática encontra grandes obstáculos e enfrenta várias dificuldades para a interiorizar. Esta história é um conto tão comum, quanto os finais felizes nos encontros das telenovelas portuguesas. Num Mundo onde muitas vezes nos sentimos obrigados a fugir de nós próprios ou de um sentimento que nos persegue, e que quase sempre tem como base a busca de um carinho extra que se não for nosso dificilmente será de alguém. Percebo hoje que ser Homem e Mulher é quase tão difícil como saber ser feliz. Muita gente não sabe mas há regras para ser-se feliz e manter esse estado. Há regras para ser Homem e Mulher, e não as conservar representa quase sempre a ruína, emocional, económica ou humana. Esta história teve um final triste e no mínimo trágico... E a fuga para uma qualquer vitória apenas representou a devassa numa família e entre amigos, que por muito poucos "Olás" lhe enviasse, nenhuma das hipotéticas pequenas e escassas manifestações tiveram um preço... pelo menos monetário. Para mim, o conforto psicológico tem um preço. Um valor. Mas felizmente para mim, ninguém o consegue pagar. Pelo menos o meu.
Pressão a subir

Hoje no jornal "Sol" o director mundial do FMI, afirma que a crise destruiu 30 milhões de empregos e que a primeira prioridade é o emprego, a segunda é o emprego e a terceira é o emprego. Não deixa de ser curiosa esta afirmação do senhor Dominique Strauss-Kahn, sabendo nós, que das primeiras opções do FMI quando entra num país é liberalizar as leis do trabalho. Leva-me isto a pensar que de cada vez que se tocou nestas leis, os assalariados não ficaram melhor e não me parece que se tenha gerado mais emprego, excepção seja feita aos recibos verdes e à precaridade no trabalho. À conversa com um amigo na passada sexta feira, dizia-me ele que isto um dia rebenta. Existe hoje na lista dos desempregados um numero considerável de pessoas com currículo, com experiência profissional e que ocuparam lugares, nos locais de trabalho por onde passaram, que não se imaginariam a passar pelo desemprego. A dúvida está em separar aqueles que de facto são dependentes crónicos do subsídio e aqueles, cuja vida lhes passou uma rasteira e não sabem, não aguentam, enfrentar uma situação para a qual não sabem como lidar.
Esta gente sem nome e sem rosto, vive aquilo que hoje se chama de pobreza envergonhada. Com o novo orçamento a ser aprovado, a tirar mais aqueles que menos têm, pergunto-me até quando esta gente vai aguentar?
Não podia ser mais transparente?

195 Laboratórios a operar em Portugal dados de 2007. Entre o ano de 2005 e 2007 foram oferecidas prendas por três destes laboratórios no valor de 1.000.000 de euros. Se considerarmos que as ofertas a médicos em prendas têm o limite de 25 euros,´sobra aqui qualquer coisa que eu não consigo entender. Mas nâo sou médico e não sei explicar. Recordo que este valor não inclui despesas de viagens a "congressos, etc...). Esta industria movimenta de facto muito dinheiro, a controversia entre medicamentos de marca e genéricos, alimenta muitas discussões.
Há dias em visita a um amigo que teve de recorrer a um hospital, alguém da area farmacêutica dizia-me que os médicos são muito engraçados, prescrevem genéricos e quando têm um problema pedem aos laboratórios o original. Pergunto eu que não sou médico, como é quando entramos num hospital? Podemos pedir para trocar o medicamento ministrado por um de marca? O médico no hospital não nos receita pelo príncipio activo? Os genéricos dos hospitais são melhores dos que se encontram à venda nas famácias? Bem uma coisa eu sei ISTO não credibiliza a indústria farmacêutica.
Isto ainda não chegou ao fundo

Ainda mal refeito do deputado que solicitou a abertura da cantina da assembleia da républica porque tem um salário miserável, dou-me conta de mais uma injustiça publicada no Diário da República que poderão verificar aqui, dando conta da aprovação da rúbrica orçamental dedicada aos deputados da Nação. Então, não é que a dotação destinada aos vencimentos ordinários e extraordinários dos senhores deputados deste País é só 12.349.600,00 euros e que os vencimentos dos SAR e GAB sejam lá eles quem forem é de mais 13.385.200,00 euros e que as ajudas de custo são de2.724.000,00 euros e ainda para transportes e deslocações dos senhores deputados a verba é de mais de 6.000.000,00 de euros e de assistência técnica (não imagino o que isto seja, são 2.498.000,euros. Mas não haverá, neste nosso Portugal quem acabe com os malandros que estão no fundo de desemprego, os malandros que vivem do RSI, dos malandros que pagam os seus impostos e se faça justiça aos deputados que todos os dias lutam arduamente por melhorar os nossos salários e as nossas condições de vida? Peço um favor e faço uma proposta ao senhor 1º ministro, ao senhor ministro das finanças. A via de cintura Interna onde passo todos os dias, no Porto, merece ser portajada e com essa receita, por solidariedade entregue aos senhores deputados . É que os portugueses,que trabalham por conta de outrém, não têm hipótese de fazer um orçamento para propor os nossos míseros salários.
Mea Culpa
Acho de louvar este auto-retrato, feito por um eleitor do nosso País, no que às suas convicções políticas diz respeito. Gostaria porém de perceber se o mesmo não deveria ser feito. Gostaria também, quem sabe um dia, de ler, ver ou ouvir qualquer tipo de "mea culpa" feito por um qualquer membro deste Governo. Um simples... "Eu errei!". Existe uma falta de maturidade e humildade política atroz, que se dispersa pelos mais variadíssimos órgãos de gestão. A culpa será sempre do mercado, da conjectura, da moeda, da procura, da mão-de-obra, da escassez de recursos, do preço da electricidade, da poluição dos combustíveis fosseis, do contra vapor da concorrência, da falta de competitividade, da inexistência de formação adequada... do amigo imaginário. Talvez, quando percebermos que a culpa estará sempre na inoperância ou na falta de alocação de recursos que despoleta um défice cognitivo, e que nunca vem só, possamos, em sede própria perceber que o holograma nunca nos substituirá. Errar é humano. Perdoar será mundano. Um político, segundo o modelo praticado, nunca será mundano e jamais humano.
Ao que chega o rídiculo

Qual de nós nunca se deparou com uma situação daquelas, que se não visse, ou a pessoa que nos contou não merecesse a nossa estima não acreditaríamos? Pois é o rídículo chegou a Lamego. Neste escritório, não se trata de saúde oral, muito menos qualquer especialidade médica, ou então qualquer problema do foro jurídico.
O senhor dá consultas sabe-se Deus de quê!
Pouca Vergonha

Numa altura em que se pedem ainda mais sacríficios, a quem tem pensões de reforma miseráveis, a quem tem rendimentos pouco acima do ordenado mínimo, vem um senhor de nome Ricardo Gonçalves, profissão deputado da república portuguesa, cujo vencimento mensal é de 3.700 euros pago por todos os portugueses, afirmar que com o vencimento que lhe é pago, quase não tem dinheiro para comer. Na província, de onde ele diz ser, com toda a certeza, que existem muitas e honradas pessoas que subsistem com pensões miseráveis e não consta em nenhuma intervenção deste senhor qualquer tipo de intervenção na assembleia para melhorar o estado de vida dessas pessoas.. Besta é o nome que me apetece apelidar. Em primeiro lugar o serviço público que ele acha que está a prestar ao País por mim bem podia deixar de o fazer. Este tipo de pessoas não fazem falta nenhuma a este país.
É por causa de senhores como este que escolhem a política, que este país está no estado em que está. Qualquer dia, como diz um amigo, a revolta contida em cada um dos portugueses, o ponto de fervura, atinge o limite da nossa paciência.
Uma Tristeza no Olhar
Vivemos tão ocupados com as coisas que dizemos serem nossas que poucas vezes olhamos para o lado. Ontem à noite fui obrigado a isso. Olhar para o lado, para a frente... a toda a volta. Aconteceu num jantar de aniversário e de beneficência de uma instituição que acolhe crianças e jovens, e tenta lhes oferecer um lar que nunca tiveram. Que se propõe a superar a instabilidade que viveram até então. E consegue. Foi aqui que percebi a tristeza no olhar que muitas crianças têm. E a forma com que essa tristeza os acompanha quando se deitam, à noite, e quando falta a mão meiga de um pai que lhes aconchega o lençol. Como se eu não soubesse o que isso é, a minha maneira. Uma família estruturada, as zangas... eles querem também as zangas. Este olhar que nos lançam atravessa-nos. É por demais evasivo. Sentado, à mesa, deixado sozinho por todos que se dirigiram às sobremesas, ouvi as vozes que romperam o silêncio. E essas vozes nunca saíram do olhar de quem as tem. Queria chorar, mas não podia. Aprisionei-me no que estava a sentir... E agora? Fui então abordado por um homem de 7 anos... brincou comigo... mas nunca deixou de me olhar nos olhos. Fixamente. Disse-me tantas e tantas coisas, mas só eu as pude ouvir. Esvaziou-me a alma... e de seguida adormeceu, a mascar uma pastilha elástica, ao colo de quem o faz sentir bem. Queria leva-los a todos. Dar-lhes tudo o que merecem. O que deveriam ter... O que é deles por direito. O amor e carinho que é propriedade de uma criança. Gostava um dia que a minha vida fosse só isso, como se 20 ou 30 filhos tivesse... pois existem muitos e tantos em que a vida é fazer totalmente o contrário.
O meu contributo para a redução do défice

Tenho assistido nos últimos dias, a um conjunto de personalidades, que dão palpites, sugestões sobre onde é que o governo, para uns devia de cortar e não corta, para outros que cortou onde devia e ainda para outros que devia cortar ainda mais. Ora neste cantinho, onde posso também dar a minha sugestão, eu proponho (não percebo porque é que as "personalidades" não se lembraram disto)o seguinte:
Redução do numero de deputados na assembleia da república. Corte na atribuíção de fundos para as fundações. Fim da acumulação de pensões. Limite de 5.000 euros por mês para as pensões de reforma e responsabilização tal e qual acaba de fazer o parlamento da Islândia do estado das finanças do País levando a tribunal quem de forma impune coloca os portugueses a pagar o desvario desta gente.
Uma Grande Banalidade
Com 5 golos nas primeiras cinco jornadas da LIGA Zon Sagres, o jogador portista foi eleito pelos treinadores e pelos adeptos como o melhor jogador nas jornadas decorridas nos meses de Agosto e Setembro.
Com um total de 36% dos votos, Hulk é o primeiro jogador a receber este troféu, instituído pela LIGA Portugal para a época 2010/2011. Fábio Coentrão (Benfica) teve 18% e Sougou (Académica), 8%.
Para esta eleição votam os treinadores da Liga Zon Sagres e os adeptos registados no site da Liga Portugal.
O troféu vai ser entregue no próximo jogo do Porto, no Estádio do Dragão. Num passado não muito distante, este era um jogador mal amado, ignorado e mal afamado no nosso País. Voilá... Bastou jogar mês e meio para voltar a ser inegável o seu talento e a sua qualidade enquanto profissional. Em Dezembro de 2009 Givanildo Vieira de Souza sofreu um violento castigo e viu-se impedido de jogar até ao final do ano. Foi ele o protagonista de mais um escandaloso caso do futebol português. Hoje, também ele está na capa dos jornais, mas desta vez, por alguém o deixar fazer o que melhor ele sabe... Jogar Futebol. O resultado salta a vista...
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Onde muitas guerras se fazem e muitos ódios se criam, ninguém sabe até onde vão os contactos e as intenções de quem publicamente os semeia. Por isso, somos sócios e adeptos de um clube ou de uma modalidade. Não de um órgão directivo ou figura emblemática. Apesar de nutrirmos muitas vezes um carinho especial por determinadas pessoas que marcam a história de onde estão e vivem. Esta foto deixou-me a pensar. Partilho isso convosco. Porque como esta, existirão muitas outras. E talvez não serão tão poucas quanto isso. No futebol, como na política, e como em tantos outros sectores, há sempre uma parte que não se conhece. E geralmente, essa parte, é a Verdade...
Facadas no Matrimónio
Ngutuika Matias, de 46 anos, assegurou ao jornal ‘Folha 8’ ser fruto de uma relação fugaz entra a sua mãe e José Eduardo dos Santos, na altura em que este foi representante do MPLA em Leopoldville (actual Kinshasa), na República Democrática do Congo, no início dos anos 60, conforme publica hoje o Jornal Correio da Manhã. Num raro comentário sobre a sua vida privada, o chefe de Estado angolano garantiu que não pode ser ele o pai de Ngutuika, porque, enquanto esteve no Congo, não teve qualquer relacionamento amoroso. "Tinha 19 anos quando cheguei ao Congo [em 1961] e saí com 21. Naquela idade, e depois na União Soviética, onde estudei, não tive namorada nem amante. Tinha outras preocupações". Dois anos a "seco", logo um homem que gosta e sabe viver bem a vida (não interessa as custas de quem ou do quê). Curioso, não? Não deveria ter sido naquela idade? Talvez seja esta a mais indicada...
Entrei por engano...
E já que "A Realidade Oculta" está a dar música de borla, esta é para todos aqueles que, assim como eu, muitas vezes se enganaram e tomaram o gato por lebre. Entramos pelo cano, entramos por engano. "Viajar" pelo Mundo inteiro sem "pagar" nenhum tostão, é pura ilusão. Há quem lhe chame "aprender", eu cá prefiro chamar de canção.. da Vida!
Subscrever:
Mensagens (Atom)






